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A natureza não tem fronteiras: Ecos do Rio discute Corredores Ecológicos em Botucatu

Diretor Flávio Torres apresenta modelos de comunicação ambiental e reforça parcerias na região da Cuesta

Se existe uma lição que o Rio Tietê nos ensina todos os dias em Porto Feliz é que o meio ambiente é um sistema conectado. O que acontece em uma ponta reflete na outra. Foi com esse espírito de conexão que o Instituto Ecos do Rio desembarcou em Botucatu, no dia 4 de setembro, a convite do Instituto de Defesa da Fauna.

Nosso diretor executivo, Flávio Torres, participou de um encontro estratégico (das 09h às 17h) focado na criação de Corredores Ecológicos — faixas de vegetação que permitem o trânsito de animais e a dispersão de sementes entre áreas fragmentadas.

A Comunicação como Ferramenta de Preservação Mais do que discutir biologia, o Ecos do Rio levou sua expertise em falar com as pessoas. Flávio Torres defendeu que não existe conservação sem opinião pública formada.

"Para proteger, precisamos levar informação para as
Comunidades. E para isso, precisamos comunicar com excelência", destacou Torres.

Durante o evento, foram apresentados como modelos de sucesso nossas experiências no Projeto Águas da Mantiqueira e no Projeto de Conservação do Mico-Leão-Caiçara, demonstrando como a produção de conteúdo educativo é vital para a sobrevivência de projetos ambientais.

Voltamos de Botucatu com a certeza de que Porto Feliz não está sozinha. Somos parte de uma rede estadual de proteção e o Instituto Ecos do Rio reafirma sua parceria com iniciativas que, assim como nós, lutam pela vida.

 
 
 

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